2001 - A Space Odissey(EUA) ou 2001 - Uma Odisséia no Espaço(Brasil)
2001: A Space Odyssey (2001 - Uma Odisseia no Espaço no Brasil e 2001: Odisseia no Espaço em Portugal) é um filme anglo-americano de 1968 dirigido e produzido por Stanley Kubrick, co-escrito por Kubrick e Arthur C. Clarke.
O filme lida com os elementos temáticos da evolução humana, tecnologia,
inteligência artificial e vida extraterrestre. É notável por seu
realismo científico, efeitos visuais pioneiros, imagens ambíguas que são
abertas a ponto de se aproximarem do surrealismo, som no lugar de técnicas narrativas tradicionais e o uso mínimo de diálogo e é importante ressaltar que esse filme é fiel a realidade aonde outros filme de ficção costumam pecar,muitos desses modernos(exceto o Gravidade com a Sandra Bullock e o George Clooney),é a questão do som no vácuo do espaço,no espaço não é possível ouvir explosões ou coisas do tipo.
O filme é memorável por sua trilha sonora, resultado da associação
feita por Kubrick entre o movimento de satélites e os dançarinos de
valsas, o que o levou a usar Danúbio Azul, de Johann Strauss II e o famoso poema sinfônico de Richard Strauss, Also sprach Zarathustra, para mostrar a evolução filosófica do Homem, teorizado no trabalho de Friedrich Nietzsche de mesmo nome.[2] [3]
Apesar de ter sido recebido inicialmente de forma mista, 2001: A Space Odyssey é atualmente reconhecido pela crítica e pelo público como um dos melhores filmes já feitos. Foi indicado a quatro Oscars, recebendo um por melhores efeitos visuais. Em 1991 foi considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante" pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para ser preservado no National Film Registry.
No começo, Kubrick e Clarke se referiam ao projeto como How the Solar System Was Won, uma homenagem ao filme de 1962,How the West Was Won. Entretanto, Kubrick decidiu anunciar o projeto, em uma coletiva de imprensa no dia 23 de fevereiro de 1965, como Journey Beyond the Stars.[4] "Outros títulos que tivemos e falharam foram Universe, Tunnel to the Stars e Planetfall, escreveu Clarke no seu livro The Lost Worlds of 2001. "Não foi até onze meses depois de começarmos—abril de 1965—que Stanley escolheu 2001: A Space Odyssey. Tanto quanto consigo me lembrar, foi tudo ideia dele".[5] Com o objetivo de definir o filme para além do padrão "monstros e sexo" dos filmes de ficção científica da época, Kubrick usou Odisseia, de Homero,
como inspiração para o título. "Nos ocorreu", disse ele, "que para os
gregos, as vastas extensões do mar devem ter tido o mesmo tipo de
mistério e de afastamento que o espaço tem para a nossa geração".[6]
Clarke e Kubrick escreveram o livro e o roteiro simultaneamente, mas
enquanto Clarke finalmente optou por explicações mais claras sobre o
misterioso monolito e o portal estelar em seu livro, Kubrick decidiu
fazer seu filme mais crítico e enigmático ao manter o diálogo e as
explicações específicas no minímo.[3] "2001",
diz Kubrick, "é basicamente uma experiência visual e não verbal" que
evita a palavra dita para alcançar o subconsciente do espectador de um
modo essencialmente poético e filosófico. O filme é uma experiência
subjetiva que "acerta o espectador em um nível interior de consciência,
como a música faz, ou a pintura".[7]
O filme transmite o que alguns observadores têm descrito como um sentimento do sublime e do numinoso. Roger Ebert nota que:
| “ | A trilha [rejeitada] de North, que está disponível em gravação, é um bom trabalho de composição, porém teria sido errada para 2001 porque, como todas as trilhas, elas tentam subliminar a ação—para nos dar pistas emocionais. A música clássica escolhida por Kubrick existe fora da ação. Quer ser sublime; traz uma seriedade e transcendência para o visual.[8] | ” |
Em um livro de arquitetura, Gregory Caicco escreve que 2001: A Space Odyssey
ilustra como nossa busca pelo espaço é motivada por dois desejos
contraditórios, um "desejo pelo sublime" caracterizado pela necessidade
de encontrar algo totalmente outro do que nós mesmo—"algo numinoso"—e o
desejo conflitante por uma beleza que não nos faz mais sentir "perdidos
no espaço", porém em casa.[9] Similarmente, um artigo na The Greenwood Encyclopedia of Science Fiction and Fantasy, intitulado "Senso de Admiração", descreve como 2001
cria um "numinoso senso de admiração" ao mostrar um universo que
inspira um sentimento de reverência, que ao mesmo tempo, sentimos que
podemos entender.[10]
Enredo
Desde a "Aurora do Homem" (a pré-história), um misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas liderados pelo experiente David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada à Júpiter para investigar o enigmático monolito na nave Discovery, totalmente controlada pelo computador HAL 9000. Entretanto, no meio da viagem HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave, eliminando um a um os tripulantes.
Informações Técnicas
Formato: AVI
Video Codec: MPEG4 Visual
Audio Codec: MP3
Tamanho: 1,9GBAudio: Português
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Dublado
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